
Quase dois anos em Hsinchu,
sem grana, que lamento,
mas a vida é como água corrente,
melhor esquecer as preocupações como orvalho da manhã.
Comer, beber, me divertir, buscar comida,
passear por montes e rios, procurar imortais,
ruas e becos, vou aonde quero,
meu interesse nunca mudou.
Jinyi, Hairui, Novo Datong,
famosos em toda Taiwan pelos bolinhos de porco,
há também os bolinhos de peixe da Família Shi,
recheados com carne magra e cebolinha.
Imperdível é o Templo Chenghuang,
macarrão de arroz, bolinho de carne, omelete de ostras,
Lin Ji e Wang Ji estão lá,
além do arroz com carne moída da Família Liu.
Lá fora, fila para comprar roubing,
Família Guo administra há quase cem anos,
ao lado do cinema, Xin Fuzhen,
famosa pelos biscoitos salgados de Zhùqiàn.
Sigo de carro pela Rua Beimen,
purê de taro com pérolas de tapioca da Família Ye,
ao lado do Hei Mao Bao, o pato da Família Xu,
zongzi da Família Cheng na beira da estrada.
Arroz glutinoso para bebês tem Fenggu,
bolinho de carne tem Feilong e Zhulian,
Shuangxing é para tempura doce,
A Fu é para arroz com carne de porco.
Picolés da Força Aérea 814,
A Zhong e Wujiao são sorveterias,
Fuquan esconde pudim de feijão em vielas,
no verão, refresca e dá sono.
Na verdade, ainda há muita comida,
mas já é hora do jantar,
então paro por aqui,
um dia, com tempo, volto a completar.