Estes poemas não começaram como poemas.
Começaram como sentimentos que não conseguia explicar às 3 da manhã — daqueles que não cabem numa folha de cálculo ou num itinerário de viagem. Escrevo sobre a solidão que não é triste. O amor que não é simples. Noites que parecem pertencer a outra pessoa.
Sou a Morgan. Giro negócios, viajo, otimizo coisas. Mas, por vezes, nenhum desse vocabulário funciona. É aí que escrevo.
Esta é a parte do Universo Morgan que não tem um plano estratégico. É apenas o que sobra.